Por que anestesias surtem menos efeitos em algumas pessoas.



A resistência à anestesia é algo real. Porém, uma problemática, visto que ainda existe ceticismo por conta de determinados profissionais que subestimam a questão, levando o procedimento tradicional a cabo e desconsiderando o problema. Trata-se de uma realidade que deve ser aprofundada, afinal, é algo plenamente possível.

No que tange à Odontologia, a anestesia é algo recorrente. Diversos procedimentos necessitam da utilização de anestesia, tais como restaurações, extrações dentárias, tratamento de canal, entre outros. Portanto, é um assunto pertinente no ramo da Odontologia e que merece atenção redobrada.


Resistência à anestesia não é algo de outro mundo


Um paciente com resistência à anestesia é reconhecido quando este mesmo após a aplicação da anestesia continua sentindo as intervenções feitas no procedimento dentário. Ou até mesmo quem sente o efeito proporcionado pela anestesia durante um período muito curto.

Uma pesquisa realizada na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, demonstrou que a resistência à anestesia é um fenômeno mais comum do que se imagina. Tal fator é ocasionado por fatores como doenças, hereditariedade, nervos específicos, entre outras especificidades.


Possíveis causas da resistência à anestesia


Um dos fatores para a resistência à anestesia bucal é a quantidade inserida. Algumas pessoas necessitam de uma quantidade a mais das substâncias provenientes da anestesia, para que esta possa surtir o efeito esperado.

Ou seja, a dose padrão não é unanimidade, pois certas pessoas necessitam a mais do que outras.

O estresse e a ansiedade também são fatores agravantes para resistir a uma aplicação de anestesia. Isso ocorre porque a relação entre ansiedade e dor é bastante tênue, fazendo com que pessoas extremamente ansiosas tenham menos resistência à dor, o que eleva o nível de ansiedade.

Sem contar que procedimentos próprios da Odontologia, que, como dito anteriormente, utiliza bastante da anestesia, e também podem gerar incômodo em pacientes ansiosos. Procedimentos mais delicados ou até mesmo a punção com agulha e anestésica elevam o estresse de pacientes com quadro clínico de ansiedade.

Existe também uma síndrome rara, denominada Ehlers-Danlos, que também provoca sensibilidade. Tal síndrome ocorre devido a um defeito na síntese do colágeno, logo, pessoas que apresentam essa síndrome apresentam fragilidade cutânea e até problemas gengivais.

Entre os problemas decorrentes da síndrome encontra-se, também, resistência à anestesia local. Portanto, é comum quem tem a síndrome não sentir efeito de anestesias.

Existem razões mais simples para um paciente não ser anestesiado, como simplesmente esses terem um nervo protegido. Por exemplo, se os nervos de uma pessoa são revestidos por uma camada protetora que seja muito espessa, ocorre resistência.

Outro exemplo simples para tal resistência são regiões inflamadas ou reações alérgicas. As regiões inflamadas são um constante desafio para profissionais da Odontologia. As alergias também são fatores dificultosos, visto que podem resultar em variados efeitos colaterais e algumas pessoas tema alergia ao sal do anestésico, algo presente em todas as anestesias de dentistas.

Os fatores em questão necessitam de bastante meticulosidade para a realização de um tratamento dentário.


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